Marco Bulhões

Sobre o artista

Artista Visual e Mestre em Artes Visuais pela Escola de Belas Artes da UFBA. Desde criança este artista já demonstrava inclinação para a arte, mas sua trajetória artístico-profissional começou no ano de 2006, quando ingressou na Escola de Belas Artes da UFBA, época em que pôde ampliar sua visão sobre o universo artístico, quando começou a pesquisar diversos materiais, seus conceitos, passando a inseri-los em seus trabalhos, atitude que fez ampliar o campo pictórico das obras deste artista/pesquisador.
Este artista está em constante atividade no circuito artístico, sempre participando de exposições individuais, coletivas e salões de arte, além de já ter ganhado quatro prêmios, sendo um prêmio nacional e três estaduais. Seu projeto mais relevante foi a construção do "Memorial das Máscaras", na cidade de Maragojipe/BA, cultura centenária daquele município, tendo sido esta tradição o objeto de sua pesquisa do mestrado em artes visuais.
Atualmente, está desenvolvendo um trabalho de pinturas, utilizando como material, o fogo, que tem como objetivo apresentar obras criadas com a utilização do “Fogo”, as quais o artista construiu com este elemento tão útil e que sempre esteve presente na vida do homem, por ser considerado indispensável à sua sobrevivência.
As obras tiveram como suporte a tela e a utilização de materiais diversos, como a tinta acrílica, o plástico e pigmentos. Mas o fogo foi o principal elemento empregado no processo construtivo, o que acabou por inserir nas composições uma atmosfera contemporânea, pelo seu forte poder conceitual, que, ao invés de destruir, como é de sua natureza, o fogo foi utilizado para dar forma e vida às composições.
O fogo, elemento carregado de simbologias e conceitos, e agora utilizado na construção de obras, mostra suas faces antagônicas. O fogo que arde e consome, também constrói, quando ele põe à prova os materiais da obra, e os aprova, doando seu calor para vivificar as obras.
As obras apresentadas tem o objetivo de apresentar ao púbico mais uma das infinitas possibilidades do fazer arte, num momento em que a contemporaneidade oferece a liberdade para experimentar e criar.

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